DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

São transmitidas por contato sexual sem o uso de camisinha, transfusão de sangue ou compartilhamento de seringas e agulhas. As mais conhecidas são AIDS, gonorréia e sífilis.

A AIDS e a sífilis também podem ser transmitidas pela mãe infectada para o bebe durante a gravidez e o parto – transmissão vertical. E, no caso da AIDS, também na amamentação.

Geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. Quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidade, câncer e até a morte.

O QUE É HIV?

HIV é a sigla em inglês para Vírus da Imunodeficiência Humana, causador da AIDS. Ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS. Há muitos soropositivos que não apresentam sintomas. Mas, atenção: eles podem transmitir o vírus a outras pessoas.

AIDS

A AIDS é o estagio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves, como tuberculose ou câncer.

Hoje em dia é possível ser soropositivo e viver com qualidade de vida, basta tomar os medicamentos indicados e seguir corretamente as recomendações médicas.

COMO USAR A CAMISINHA MASCULINA CORRETAMENTE

Abra a embalagem cuidadosamente – nunca com os dentes ou outros objetos que possam danificá-la.

Colocar a camisinha somente quando o pênis estiver ereto, tomando cuidado para não deixar a camisinha ficar apertada na ponta do pênis – o espaço vazio na ponta da camisinha servirá de depósito para o esperma.

Após a ejaculação, retirar a camisinha com o pênis ainda ereto, fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze dentro da camisinha.

Dar um nó no meio da camisinha para depois jogá-la no lixo. Nunca usar a camisinha mais de uma vez.

CUIDADOS ESPECIAIS:

1-      Apertar a ponta da camisinha para retirar todo o ar e depois desenrolar a camisinha até a base do pênis

2-      Utilizar somente um preservativo por vez, já que preservativos sobrepostos podem se romper com o atrito.

3-      Se for preciso usar lubrificantes, usar somente aqueles à base de água, evitando vaselina e outros lubrificantes à base de óleo que podem romper o látex.

  COMO USAR A CAMISINHA FEMININA CORRETAMENTE

Segure a camisinha com o anel externo pendurado para baixo.

 

 Aperte o anel interno e introduza na vagina.

 

 Com o dedo indicador, empurre a camisinha (que deve cobrir o colo do útero).

 

Terminada a relação, retire a camisinha apertando o anel externo; torça a extremidade externa da bolsa. Puxe-a para fora delicadamente.

  CUIDADOS ESPECIAIS:

1-      Armazenar afastado do calor, observando-se a integridade da embalagem e o prazo de validade;

2-      Não usar com o preservativo masculino;

3-      Pode ser colocado até oito horas antes da relação e retirado com tranqüilidade após a relação, de preferência antes da mulher levantar, para evitar que o esperma escorra do interior do preservativo.

 

DÚVIDAS FEREQUENTES

1-      As chances de se contrair uma DST através do sexo oral são menores do que sexo com penetração?

Nenhuma relação sexual sem proteção é isenta se risco. A transmissão da doença depende da integridade das mucosas das cavidades oral ou vaginal.

2-      Quais a providências a serem tomadas em caso de suspeita de infecção por alguma Doença Sexualmente Transmissível?

Na presença de qualquer sinal ou sintoma de possível DST, é recomendado procurar um profissional de saúde.

3-      È possível estar com uma DST e não apresentar sintomas?

Sim. Muitas pessoas podem se infectar com alguma DST e não ter reações durante semanas, até anos.

Dessa forma, a única maneira de se prevenir efetivamente é usar a camisinha em todas as relações sexuais e fazer exames regularmente.

4-      Sífilis tem cura?

Sim. A sífilis é uma doença de tratamento simples que deve ser indicado por um profissional de saúde.

5-      Por que, em algumas situações, o preservativo estoura durante o ato sexual?

Quanto à possibilidade de o preservativo estourar durante o ato sexual, pesquisas sustentam que os rompimentos devem-se muito mais ao uso incorreto do preservativo que por falha estrutural do produto em si.

 

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